Textos de Sabedoria

A Arte de Passear, de Karl Gottlob Schelle

A Arte de Passear é um pequeno tratado escrito pelo filósofo alemão Karl Gottlob Schelle (1777-1825). Mais do que apenas discorrer sobre caminhadas, Schelle faz importantes reflexões sobre como nossa disposição física e mental é influenciada pelos passeios ao ar livre. Para Schelle, o ser humano participa de dois mundos: o mundo racional e o mundo das necessidades. É interessante — e até mesmo raro — encontrar um filósofo que ... | LEIA MAIS >>>

A Síndrome do Sapo Fervido: perceba as mudanças!

Foi comprovado através de estudos biológicos que, se um sapo for colocado em um recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica inerte durante todo o tempo em que aquecemos a água. Surpreendentemente, o sapo não reage ao gradual aumento de temperatura e, certamente, morre quando a água ferve. Por isso denominaram esse comportamento de Síndrome do Sapo Fervido. Contudo, se outro sapo for jogado nesse mesmo recipiente com a água já ... | LEIA MAIS >>>

Piotr Ouspensky: “Nossa casa está em chamas!”

“Quando percebemos que enganamos a nós mesmos, que estamos dormindo e que nossa casa está em chamas, sempre, permanentemente em chamas, e que é apenas por acaso que o fogo não atingiu nosso quarto neste exato momento, quando percebemos isso, vamos querer fazer tudo para acordar e não vamos esperar nenhuma recompensa especial”. — P. D. Ouspensky A frase acima, do psicólogo e filósofo russo Piotr Ouspensky, ... | LEIA MAIS >>>

A Praça da Logosofia: sobre a liberdade interior

A Logosofia, escola filosófica fundada por González Pecotche (1901-1963), utiliza a imagem de uma praça para simbolizar a liberdade interior. Na praça, sentamos em um banco e assistimos pessoas passarem e fatos ocorrerem. As pessoas e os fatos representam nossos pensamentos. O banco no qual sentamos é o espaço onde está nosso próprio ser. Não controlamos quem pode sentar ao nosso lado, contudo, temos liberdade para decidir como ... | LEIA MAIS >>>

O Príncipe e o Mago

Trecho do livro The Magus, de John Fowles Era uma vez um jovem príncipe, que acreditava em tudo, exceto em três coisas. Não acreditava em princesas, não acreditava em ilhas, não acreditava em Deus. Seu pai, o rei, disse-lhe que tais coisas não existiam. Como não havia princesas ou ilhas nos domínios de seu pai, e nenhum sinal de Deus, o príncipe acreditou no pai. Um dia, porém, o príncipe fugiu do palácio e dirigiu-se ao país ... | LEIA MAIS >>>
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