{"id":5899,"date":"2017-08-29T02:11:47","date_gmt":"2017-08-29T02:11:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/?p=5899"},"modified":"2025-10-28T15:07:10","modified_gmt":"2025-10-28T15:07:10","slug":"o-corvo-de-edgar-allan-poe-milton-amado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/o-corvo-de-edgar-allan-poe-milton-amado\/","title":{"rendered":"O Corvo, de Edgar Allan Poe (tradu\u00e7\u00e3o de Milton Amado)"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O poema O Corvo, do poeta americano <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Edgar_Allan_Poe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Edgar Allan Poe<\/a>&nbsp;(1809-1849), \u00e9 considerado um dos poemas mais famosos da hist\u00f3ria<\/strong>. Sua ambienta\u00e7\u00e3o melanc\u00f3lica, associada ao perfeito equil\u00edbrio entre rima, sonoridade e dramaticidade causam forte impress\u00e3o no leitor. &nbsp;De certa forma, ao ler O Corvo temos a impress\u00e3o de que estamos lendo um conto de terror angustiante. Entretanto, trata-se de um bel\u00edssimo poema escrito de forma impec\u00e1vel em todos os aspectos liter\u00e1rios. Por isso O Corvo \u00e9 uma obra-prima inigual\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ou\u00e7a o poema <em>O Corvo<\/em><\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/O-Corvo-edgar-allan-poe-traducao-milton-amado.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/1XwxInrH4aZbcwylOhG3AT?si=3a7c1b94d5c441d8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ouvir no <em>Spotify<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=jnZMGi0FwXw&amp;t=46s\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ouvir no <em>Youtube<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Essa constru\u00e7\u00e3o perfeita do poema foi realizada na l\u00edngua inglesa, e as tradu\u00e7\u00f5es comprometem o seu impacto. O poema foi traduzido para o portugu\u00eas por grandes nomes da literatura brasileira, como <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/2017\/machado-de-assis-obras-para-baixar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Machado de Assis<\/a> e <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Fernando_Pessoa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fernando Pessoa<\/a>. Por\u00e9m,<strong> considero a tradu\u00e7\u00e3o de Milton Amado (1913-1974) a mais bela das tradu\u00e7\u00f5es para o portugu\u00eas.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para ler o poema com todo o impacto planejado por Poe, seria necess\u00e1rio, obviamente, ler em ingl\u00eas. Contudo, a tradu\u00e7\u00e3o de Milton conseguiu o feito de transportar a energia singular do poema para a l\u00edngua portuguesa.O tradutor, escritor e poeta brasileiro <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ivo_Barroso\" target=\"_blank\">Ivo Barroso<\/a> considera a tradu\u00e7\u00e3o de Milton superior \u00e0s tradu\u00e7\u00f5es de Machado de Assis e Fernando Pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Milton Amado foi um jornalista e tradutor de Belo Horizonte. N\u00e3o tinha a fama e o prest\u00edgio dos demais tradutores citados, contudo, quis o destino que uma das melhores tradu\u00e7\u00f5es para o portugu\u00eas do poema mais famoso do mundo fosse fruto de um talento pouco reconhecido. Nada mais dram\u00e1tico e digno de um poema de Edgar Allan Poe.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autor<\/strong>:&nbsp;<em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/quem-sou\/\" target=\"_blank\">Alfredo Carneiro<\/a>&nbsp;<\/em>\u2013 Graduado em Filosofia e p\u00f3s-graduado em Filosofia e Exist\u00eancia pela Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O Corvo, de&nbsp;Edgar Allan Poe<\/h2>\n\n\n\n<p><em>Tradu\u00e7\u00e3o de Milton Amado<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"264\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/o-corvo2-600x264.png\" alt=\"O Corvo\" class=\"wp-image-5902\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><em>Foi uma vez: eu refletia, \u00e0 meia-noite erma e sombria,<\/em><br><em>A ler doutrinas de outro tempo em curios\u00edssimos manuais,<\/em><br><em>E, exausto, quase adormecido, ouvi de s\u00fabito um ru\u00eddo,<\/em><br><em>Tal qual se houvesse algu\u00e9m batido \u00e0 minha porta, devagar.<\/em><br><em>&#8220;\u00c9 algu\u00e9m, &nbsp;fiquei a murmurar, que bate \u00e0 porta, devagar;<\/em><br><em>Sim, \u00e9 s\u00f3 isso e nada mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ah! claramente eu o relembro! Era no g\u00e9lido dezembro<\/em><br><em>E o fogo, ag\u00f4nico, animava o ch\u00e3o de sombras fantasmais.<\/em><br><em>Ansiando ver a noite finda, em v\u00e3o, a ler, buscava ainda<\/em><br><em>Algum rem\u00e9dio \u00e0 amarga, infinda, atroz saudade de Lenora<\/em><br><em>Essa, mais bela do que a aurora, a quem nos c\u00e9us chamam Lenora<\/em><br><em>E nome aqui j\u00e1 n\u00e3o tem mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A seda rubra da cortina arfava em l\u00fagubre surdina,<\/em><br><em>Arrepiando-me e evocando ignotos medos sepulcrais.<\/em><br><em>De susto, em p\u00e1vida arritmia, o cora\u00e7\u00e3o veloz batia<\/em><br><em>E a sosseg\u00e1-lo eu repetia: &#8220;\u00c9 um visitante e pede abrigo.<\/em><br><em>Chegando tarde, algum amigo est\u00e1 a bater e pede abrigo.<\/em><br><em>\u00c9 apenas isso e nada mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ergui-me ap\u00f3s e, calmo enfim, sem hesitar, falei assim:<\/em><br><em>&#8220;Perdoai, senhora, ou meu senhor, se h\u00e1 muito a\u00ed fora me esperais;<\/em><br><em>Mas \u00e9 que estava adormecido e foi t\u00e3o d\u00e9bil o batido,<\/em><br><em>Que eu mal podia ter ouvido algu\u00e9m chamar \u00e0 minha porta,<\/em><br><em>Assim de leve, em hora morta.&#8221; Escancarei ent\u00e3o a porta:<\/em><br><em>Escurid\u00e3o, e nada mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sondei a noite erma e tranquila, olhei-a a fundo, a perquiri-la,<\/em><br><em>Sonhando sonhos que ningu\u00e9m, ningu\u00e9m ousou sonhar iguais.<\/em><br><em>Estarrecido de \u00e2nsia e medo, ante o negror imoto e quedo,<\/em><br><em>S\u00f3 um nome ouvi (quase em segredo eu o dizia) e foi: &#8220;Lenora!&#8221;<\/em><br><em>E o eco, em voz evocadora, o repetiu tamb\u00e9m: &#8220;Lenora!&#8221;<\/em><br><em>Depois, sil\u00eancio e nada mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Com a alma em febre, eu novamente entrei no quarto e, de repente,<\/em><br><em>Mais forte, o ru\u00eddo recome\u00e7a e repercute nos vitrais.<\/em><br><em>&#8220;\u00c9 na janela&#8221;, penso ent\u00e3o. &#8220;Por que agitar-me de afli\u00e7\u00e3o?<\/em><br><em>Conserva a calma, cora\u00e7\u00e3o! \u00c9 na janela, onde, agourento,<\/em><br><em>O vento sopra. \u00c9 s\u00f3 do vento esse rumor surdo e agourento.<\/em><br><em>\u00c9 o vento s\u00f3 e nada mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Abro a janela e eis que, em tumulto, a esvoa\u00e7ar, penetra um vulto:<\/em><br><em>\u00c9 um Corvo hier\u00e1tico e soberbo, egresso de eras ancestrais.<\/em><br><em>Como um fidalgo passa, augusto e, sem notar sequer meu susto,<\/em><br><em>Adeja e pousa sobre o busto, uma escultura de Minerva,<\/em><br><em>Bem sobre a porta; e se conserva ali, no busto de Minerva,<\/em><br><em>Empoleirado e nada mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ao ver da ave austera e escura a solen\u00edssima figura,<\/em><br><em>Desperta em mim um leve riso, a distrair-me de meus ais.<\/em><br><em>&#8220;Sem crista embora, \u00f3 Corvo antigo e singular&#8221;, ent\u00e3o lhe digo<\/em><br><em>&#8220;N\u00e3o tens pavor. Fala comigo, alma da noite, espectro torvo!&#8221;<\/em><br><em>Qual \u00e9 teu nome, \u00f3 nobre Corvo, o nome teu no inferno torvo!&#8221;<\/em><br><em>E o Corvo disse: &#8220;Nunca mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Maravilhou-me que falasse uma ave rude dessa classe,<\/em><br><em>Misteriosa esfinge negra, a retorquir-me em termos tais;<\/em><br><em>Pois nunca soube de vivente algum, outrora ou no presente,<\/em><br><em>Que igual surpresa experimente: a de encontrar, em sua porta,<\/em><br><em>Uma ave (ou fera, pouco importa), empoleirada em sua porta<\/em><br><em>E que se chame &#8220;Nunca mais&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Diversa coisa n\u00e3o dizia, ali pousada, a ave sombria,<\/em><br><em>Com a alma inteira a se espelhar naquelas s\u00edlabas fatais.<\/em><br><em>Murmuro, ent\u00e3o, vendo-a serena e sem mover uma s\u00f3 pena,<\/em><br><em>Enquanto a m\u00e1goa me envenena: &#8220;Amigos? sempre v\u00e3o-se embora.<\/em><br><em>Como a esperan\u00e7a, ao vir a aurora, ele tamb\u00e9m h\u00e1 de ir-se embora.&#8221;<\/em><br><em>E disse o Corvo: &#8220;Nunca mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Vara o sil\u00eancio, com tal nexo, essa resposta que, perplexo,<\/em><br><em>Julgo: &#8220;\u00c9 s\u00f3 isso o que ele diz; duas palavras sempre iguais.<\/em><br><em>Soube-as de um dono a quem tortura uma implac\u00e1vel desventura<\/em><br><em>E a quem, repleto de amargura, apenas resta um ritornelo<\/em><br><em>De seu cantar; do morto anelo, um epit\u00e1fio: o ritornelo<\/em><br><em>De &#8220;Nunca, nunca, nunca mais&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Como ainda o Corvo me mudasse em um sorriso a triste face,<\/em><br><em>Girei ent\u00e3o numa poltrona, em frente ao busto, \u00e0 ave, aos umbrais<\/em><br><em>E, mergulhado no coxim, pus-me a inquirir (pois, para mim,<\/em><br><em>Visava a algum secreto fim) que pretendia o antigo Corvo,<\/em><br><em>Com que inten\u00e7\u00f5es, horrendo, torvo, esse ominoso e antigo Corvo<\/em><br><em>Grasnava sempre: &#8220;Nunca mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sentindo da ave, incandescente, o olhar queimar-me fixamente,<\/em><br><em>Eu me abismava, absorto e mudo, em dedu\u00e7\u00f5es conjeturais.<\/em><br><em>Cismava, a fronte reclinada, a descansar, sobre a almofada<\/em><br><em>Dessa poltrona aveludada em que a luz cai suavemente,<\/em><br><em>Dessa poltrona em que ela, ausente, \u00e0 luz cai suavemente,<\/em><br><em>J\u00e1 n\u00e3o repousa, ah! Nunca mais?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O ar pareceu-me ent\u00e3o mais denso e perfumado, qual se incenso<\/em><br><em>Ali descessem a esparzir turibul\u00e1rios celestiais.<\/em><br><em>&#8220;M\u00edsero!, exclamo. Enfim teu Deus te d\u00e1, mandando os anjos seus,<\/em><br><em>Esquecimento, l\u00e1 dos c\u00e9us, para as saudades de Lenora,<\/em><br><em>Sorve-o nepentes. Sorve-o, agora! Esquece, olvida essa Lenora!&#8221;<\/em><br><em>E o Corvo disse: &#8220;Nunca mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Profeta!? brado? \u00d3 ser do mal! Profeta sempre, ave infernal<\/em><br><em>Que o Tentador lan\u00e7ou do abismo, ou que arrojaram temporais,<\/em><br><em>De algum naufr\u00e1gio, a esta maldita e est\u00e9ril terra, a esta precita<\/em><br><em>Mans\u00e3o de horror, que o horror habita, imploro, dize-mo, em verdade:<\/em><br><em>Existe um b\u00e1lsamo em Galaad? Imploro! Dize-mo, em verdade!&#8221;<\/em><br><em>E o Corvo disse: &#8220;Nunca mais.&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Profeta!&#8221; exclamo. &#8220;\u00d3 ser do mal! Profeta sempre, ave infernal!<\/em><br><em>Pelo alto c\u00e9u, por esse Deus que adoram todos os mortais,<\/em><br><em>Fala se esta alma sob o guante atroz da dor, no \u00c9den distante,<\/em><br><em>Ver\u00e1 a deusa fulgurante a quem nos c\u00e9us chamam Lenora,<\/em><br><em>Essa, mais bela do que a aurora, a quem nos c\u00e9us chamam Lenora!&#8221;<\/em><br><em>E o Corvo disse: &#8220;Nunca mais!&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Seja isso a nossa despedida! Ergo-me e grito, alma incendida.<\/em><br><em>Volta de novo \u00e0 tempestade, aos negros antros infernais!<\/em><br><em>Nem leve pluma de ti reste aqui, que tal mentira ateste!<\/em><br><em>Deixa-me s\u00f3 neste ermo agreste! Al\u00e7a teu voo dessa porta!<\/em><br><em>Retira a garra que me corta o peito e vai-te dessa porta!&#8221;<\/em><br><em>E o Corvo disse: &#8220;Nunca mais!&#8221;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E l\u00e1 ficou! Hirto, sombrio, ainda hoje o vejo, horas a fio,<\/em><br><em>Sobre o alvo busto de Minerva, inerte, sempre em meus umbrais.<\/em><br><em>No seu olhar medonho e enorme o anjo do mal, em sonhos, dorme,<\/em><br><em>E a luz da l\u00e2mpada, disforme, atira ao ch\u00e3o a sua sombra.<\/em><br><em>Nela, que ondula sobre a alfombra, est\u00e1 minha alma; e, presa \u00e0 sombra,<\/em><br><em>N\u00e3o h\u00e1 de erguer-se, ai! nunca mais!<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"620\" height=\"58\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/separador-de-texto-620x58.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4756\" srcset=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/separador-de-texto-620x58.jpg 620w, https:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/separador-de-texto-300x27.jpg 300w, https:\/\/www.netmundi.org\/home\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/separador-de-texto.jpg 636w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Navegue pelo netmundi.org<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/\" target=\"_blank\">P\u00e1gina Principal<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-antiga-2\/\">Filosofia Antiga<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-medieval-2\/\">Filosofia Medieval<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-moderna-2\/\">Filosofia Moderna<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-contemporanea\/\">Filosofia Contempor\u00e2nea<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/livros-para-baixar\/\">Livros \u2013 PDF<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/musicas\/\">M\u00fasicas cl\u00e1ssicas para ouvir e baixar<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/arte\/\">Galeria<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/textos-motivacionais\/\">Textos motivacionais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/falacias\/\">Fal\u00e1cias<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/cibercultura\/\">Cibercultura<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/videos-comentados\/\">V\u00eddeos comentados<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/canal-youtube\/\">V\u00eddeos Canal Youtube<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/blog-do-editor\/\">Blog do Editor<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/pensamentos\/\">Frases &amp; Imagens de grandes fil\u00f3sofos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poema O Corvo, do poeta americano Edgar Allan Poe&nbsp;(1809-1849), \u00e9 considerado um dos poemas mais famosos da hist\u00f3ria. Sua ambienta\u00e7\u00e3o melanc\u00f3lica, associada ao perfeito equil\u00edbrio entre rima, sonoridade e dramaticidade causam forte impress\u00e3o no leitor. &nbsp;De certa forma, ao ler O Corvo temos a impress\u00e3o de que estamos lendo um conto de terror angustiante. Entretanto, trata-se de um bel\u00edssimo poema escrito de forma impec\u00e1vel em todos os aspectos liter\u00e1rios. Por isso O Corvo \u00e9 uma obra-prima inigual\u00e1vel. Ou\u00e7a o poema O Corvo: Ouvir no Spotify Ouvir no Youtube Essa constru\u00e7\u00e3o perfeita do poema foi realizada na l\u00edngua inglesa, e as tradu\u00e7\u00f5es comprometem o seu impacto. O poema foi traduzido para o portugu\u00eas por grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Fernando Pessoa. Por\u00e9m, considero a tradu\u00e7\u00e3o de Milton Amado (1913-1974) a mais bela das tradu\u00e7\u00f5es para o portugu\u00eas.&nbsp; Para ler o poema com todo o impacto planejado por Poe, seria necess\u00e1rio, obviamente, ler em ingl\u00eas. Contudo, a tradu\u00e7\u00e3o de Milton conseguiu o feito de transportar a energia singular do poema para a l\u00edngua portuguesa.O tradutor, escritor e poeta brasileiro Ivo Barroso considera a tradu\u00e7\u00e3o de Milton superior \u00e0s tradu\u00e7\u00f5es de Machado de Assis e Fernando Pessoa. 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