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Felicidade: definições e indefinições filosóficas

A felicidade sempre recebeu atenção especial dos filósofos. Da antiguidade até nossos dias, ela é tema filosófico fecundo e constante. Além disso, independente do que os filósofos disseram, todos nós possuímos uma ideia acerca da felicidade. Entretanto, se acreditamos que a felicidade está ligada a dinheiro, moda, sucesso, viagens e estética — conforme as propagandas tentam nos convencer —, isso pode gerar uma cobrança pessoal que traz infelicidade. Se a busca pela felicidade ... Leia Mais >>

Modernidade, fé e razão

A modernidade de forma alguma parece ter sido beneficiada pela separação entre fé e razão. Se por um lado vemos o avanço incrível da ciência, por outro observamos um considerável avanço do fideísmo no mundo. O fideísmo é a tendência de desprezar a razão em prol da fé, retirando das crenças religiosas qualquer racionalização. No surgimento da filosofia, entre os pré-socráticos, tal separação não existia. “Tudo está cheio de Deuses” afirmou o primeiro filósofo ... Leia Mais >>

Discurso sobre o Método de Descartes

Nossa forma científica de pensar, a investigação racional do mundo e a busca pela certeza absoluta do conhecimento são heranças desse pequeno livro. René Descartes (1596 – 1650) deu à humanidade o pensamento cartesiano, porém afirmava que sua forma de pensar, a dúvida metódica, serviria apenas para guiar sua própria razão. Mas esse filósofo francês nunca imaginaria o impacto grandioso de sua obra. Com Descartes nasceu a Era Moderna Descartes escreveu esse ... Leia Mais >>

Friedrich Nietzsche: “Deus está morto!”

A frase “Deus está morto”, do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844 – 1900), é muitas vezes entendida como mera provocação ao cristianismo, contudo, é uma conclusão baseada na investigação da cultura ocidental desde a Grécia Antiga até a Era Moderna. Representa, em uma frase, a decadência filosófica, cultural e religiosa da modernidade. A “morte de Deus” surge pela primeira vez na obra A Gaia Ciência (1882), e afirma: fomos nós mesmos que ... Leia Mais >>

Medianeras: uma crítica à sociedade conectada

O filme argentino Medianeras aborda o problema dos relacionamentos na era digital. Apesar do grande aparato tecnológico que nos uniu, não saímos mais do mesmo lugar. Essa ironia é muito bem trabalhada no filme, que propositalmente tem uma “monotonia preguiçosa”, a mesma monotonia que invade os dias do cidadão urbano. É uma crítica ao nosso comportamento atual, esvaziado de sentido, sem um propósito mais amplo ou profundo. O filme propõe uma solução romântica: o ... Leia Mais >>