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A síndrome do sapo fervido

síndrome do sapo fervido

Este texto é de autoria desconhecida, muito difundido na internet. Muitos sites que o divulgam colocam caixas de diálogo que sobrepõe a leitura. Como utilizei esta ideia em um post sobre mobilidade urbana, resolvi colocar o “sapo fervido” aqui para não prejudicar meu leitor. Fiz também uma revisão na ortografia.

Já foi comprovado através de estudos biológicos que se um sapo for colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica completamente inerte durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. Se, no entanto, um outro sapo for jogado nesse mesmo recipiente, porém com a água já fervendo, salta imediatamente para fora.

Muitas pessoas demonstram um comportamento semelhante ao do sapo fervido. Não percebem as mudanças. Acham que está tudo bem, que é só dar um tempo e, muitas vezes, fazem um grande estrago em si mesmas, “morrendo”  sem perceber as mudanças.

Outras, ao se depararem com as transformações no seu ambiente, buscam ações para realizar mudanças. Encorajam-se diante dos desafios, buscam saídas para a solução dos problemas, tomam atitudes, ou seja, percebendo as mudanças, procuram ajustar-se às novas situações da melhor forma possível.

Há muitos “sapos fervidos” que não percebem a constante mudança do ambiente à sua volta e se acomodam, à espera de que alguém resolva tudo por eles; esquecem-se de que é preciso mudar, principalmente se esta mudança beneficia toda uma coletividade.