{"id":4743,"date":"2020-08-17T15:18:28","date_gmt":"2020-08-17T15:18:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?p=4743"},"modified":"2023-01-24T17:16:16","modified_gmt":"2023-01-24T17:16:16","slug":"empedocles-e-a-teoria-dos-quatro-elementos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/empedocles-e-a-teoria-dos-quatro-elementos\/","title":{"rendered":"Emp\u00e9docles e a teoria dos quatro elementos"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Emp\u00e9docles de Agrigento (421 -481 a.C.) foi um fil\u00f3sofo pr\u00e9-socr\u00e1tico que tentou conciliar a filosofia de Parm\u00eanides com as doutrinas cosmol\u00f3gicas que explicam a multiplicidade da natureza<\/strong>. Fazia parte dos fil\u00f3sofos pluralistas,&nbsp;chamados assim porque buscaram na pluralidade de princ\u00edpios a solu\u00e7\u00e3o para as quest\u00f5es da Escola Ele\u00e1tica.&nbsp;Emp\u00e9docles \u00e9 o criador da teoria dos quatro elementos \u2014&nbsp;fogo, \u00e1gua, terra e ar.&nbsp;Esses elementos se manteriam unidos ou separados gra\u00e7as a duas for\u00e7as denominadas pelo fil\u00f3sofo de &#8220;amor&#8221; e &#8220;\u00f3dio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A vida de Emp\u00e9docles, assim como a de Pit\u00e1goras, navega entre o lend\u00e1rio e o mitol\u00f3gico<\/strong>. Seus contempor\u00e2neos acreditavam que era dotado de poderes sobrenaturais. Foi m\u00e9dico, fil\u00f3sofo e pol\u00edtico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Escreveu duas obras, <em>Sobre a Natureza<\/em> e <em>Purifica\u00e7\u00f5es<\/em>, das quais restaram v\u00e1rios fragmentos. Na primeira elaborou concep\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas e cosmol\u00f3gicas; na segunda desenvolveu sua doutrina antropol\u00f3gica e escatol\u00f3gica. O pensamento de Emp\u00e9docles representou uma converg\u00eancia das grandes escolas e tend\u00eancias filos\u00f3ficas da tradi\u00e7\u00e3o grega de sua \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>Emp\u00e9docles une as tradi\u00e7\u00f5es j\u00f4nica, pitag\u00f3rica e ele\u00e1tica, tentando conciliar o <em>ser <\/em>com o <em>devir<\/em> introduzindo uma pluralidade de princ\u00edpios, contudo, mantendo o princ\u00edpio de Parm\u00eanides de que o que \u00e9 n\u00e3o pode deixar de ser, conforme indica o fragmento 12:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u201cPois imposs\u00edvel \u00e9 que algo nas\u00e7a do que n\u00e3o existe,&nbsp;assim como \u00e9 imposs\u00edvel que o que existe possa ser completamente destru\u00eddo. Onde quer que algu\u00e9m o coloque, a\u00ed, por certo, sempre se h\u00e1 de encontrar\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Emp\u00e9docles e os 4 elementos<\/h2>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Os princ\u00edpios a partir dos quais surgem todas as coisas s\u00e3o o fogo, a \u00e1gua, o ar e a terra. S\u00e3o chamados de quatro ra\u00edzes e, segundo Emp\u00e9docles, permanecem inalter\u00e1veis apesar das suas intera\u00e7\u00f5es. <strong>Elas jamais deixam de ser o que s\u00e3o ou perdem a identidade. Apenas se unem ou se separam, possibilitando assim o surgimento e o desaparecimento de todos os seres<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Como <em>ser<\/em> verdadeiro, as quatro ra\u00edzes permanecem sempre e, assim, \u00e9 mantida a afirma\u00e7\u00e3o de Parm\u00eanides de que nada pode surgir do que n\u00e3o \u00e9, ou algo que \u00e9 deixe de ser. Para Emp\u00e9docles essas ra\u00edzes s\u00e3o divinas e existem causas que levam \u00e0 sua uni\u00e3o e separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estas causas s\u00e3o chamadas de \u201camor\u201d e \u201c\u00f3dio\u201d e devem ser entendidas como for\u00e7as que atuam na separa\u00e7\u00e3o e na uni\u00e3o das ra\u00edzes. O \u00f3dio e o amor s\u00e3o eternos, como o fogo, a terra, a \u00e1gua e o ar<\/strong>. Quando o amor predomina, as ra\u00edzes permanecem unidas, quando predomina o \u00f3dio, separam-se. Quando h\u00e1 equil\u00edbrio entre o amor e o \u00f3dio, nasce o cosmo, embora haja predom\u00ednio do \u00f3dio sobre o amor na forma\u00e7\u00e3o do cosmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a doutrina do amor e do \u00f3dio, mais uma vez surge no pensamento grego a ideia de que o cosmo s\u00f3 pode existir em fun\u00e7\u00e3o da intera\u00e7\u00e3o de determinadas dualidades. <\/p>\n\n\n\n<p>A vida do cosmo \u00e9 c\u00edclica, pois h\u00e1 cont\u00ednua passagem do estado de unidade (quando o amor predomina) para o estado de multiplicidade (representado pelo equil\u00edbrio do cosmo). Quando predomina o \u00f3dio, as ra\u00edzes se encontram em total separa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<strong>O estado de unidade absoluta, no qual as ra\u00edzes s\u00e3o indiscern\u00edveis, \u00e9 chamado de &#8220;esfera<\/strong>&#8220;. Este processo c\u00edclico representa a passagem do uno para o m\u00faltiplo e vice-versa, sem que o <em>ser <\/em>verdadeiro sofra qualquer altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da doutrina cosmol\u00f3gica e metaf\u00edsica, Emp\u00e9docles elaborou uma teoria do conhecimento. <strong>Segundo ele, \u00e9 poss\u00edvel conhecermos os seres porque emitem efl\u00favios que atingem nossos \u00f3rg\u00e3os sensoriais, e as partes semelhantes conhecem as semelhantes, j\u00e1 que tudo \u00e9 formado pelas quatro ra\u00edzes comuns.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este c\u00e9lebre princ\u00edpio reaparece em v\u00e1rias etapas da hist\u00f3ria da filosofia grega. <strong>Na sua obra <em>Purifica\u00e7\u00f5es<\/em> Emp\u00e9docles repete a doutrina pitag\u00f3rica e \u00f3rfica afirmando que a alma \u00e9 um dem\u00f4nio (<em>daimon<\/em>) deca\u00eddo da condi\u00e7\u00e3o divina por causa de uma culpa origin\u00e1ria<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa queda ocorre no momento em que o \u00f3dio se instaura na esfera: o instante em que se produz a ruptura na unidade que coincide com a queda da alma (<em>daimon<\/em>) no mundo da Disc\u00f3rdia. <\/p>\n\n\n\n<p>A doutrina da transmigra\u00e7\u00e3o das almas tamb\u00e9m \u00e9 assumida por Emp\u00e9docles: os homens que souberem purificar-se, encarnar\u00e3o progressivamente em exist\u00eancias mais elevadas at\u00e9 ficarem livres do ciclo dos renascimentos e retornarem \u00e0 condi\u00e7\u00e3o original.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A import\u00e2ncia dos pr\u00e9-socr\u00e1ticos<\/h2>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>O termo pr\u00e9-socr\u00e1tico carrega certo preconceito: \u00e9 entendido como reflex\u00e3o filos\u00f3fica inicial que s\u00f3 ir\u00e1 amadurecer com S\u00f3crates, Plat\u00e3o e Arist\u00f3teles. Tamb\u00e9m \u00e9 pouco creditado aos pr\u00e9-socr\u00e1ticos as bases que ir\u00e3o definir todo o pensamento ocidental depois deles.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Esse preconceito n\u00e3o condiz com a import\u00e2ncia desses primeiros fil\u00f3sofos, que representam a aurora n\u00e3o apenas da Filosofia, mas da pr\u00f3pria raz\u00e3o humana.<\/strong>&nbsp;Foram eles que criaram os conceitos universais que seriam utilizados posteriormente na ci\u00eancia, bem como v\u00e1rios modelos utilizados pelos fil\u00f3sofos depois deles, inclusive Plat\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns estudiosos desse per\u00edodo, como&nbsp;<a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/John_Burnet_(classicist)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">John Burnet<\/a>, afirmam que&nbsp;<strong>os pr\u00e9-socr\u00e1ticos representam uma sofisticada&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Abstra%C3%A7%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">abstra\u00e7\u00e3o<\/a>&nbsp;que n\u00e3o deve ser interpretada como \u201cfilosofia inicial\u201d, e s\u00f3 deveriam ser estudados depois de percorrida a longa estrada da filosofia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Sugest\u00e3o de Leitura:<\/em><\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2017\/linha-do-tempo-filosofia-pre-socraticos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Linha do Tempo da Filosofia \u2013 Pr\u00e9-socr\u00e1ticos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Dentre os pr\u00e9-socr\u00e1ticos est\u00e3o:<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Escola de Mileto<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/tales-de-mileto-o-primeiro-filosofo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tales de Mileto<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/anaximandro-o-segundo-filosofo-da-grecia-antiga\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Anaximandro<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/anaximenes-o-ar-e-a-origem-de-todos-os-seres\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Anax\u00edmenes<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escola J\u00f4nica<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2014\/heraclito-physis-logos-e-aletheia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Her\u00e1clito de \u00c9feso<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escola Pitag\u00f3rica<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2017\/pitagoras-o-numero-e-o-principio-de-tudo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pit\u00e1goras<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escola Ele\u00e1tica<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2013\/parmenides-o-ser-e-o-nao-ser\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Parm\u00eanides<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/zenao-de-eleia-o-paradoxo-de-aquiles-e-a-tartaruga\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Zen\u00e3o de Eleia<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/xenofanes-de-colofon-o-surgimento-da-critica-teologica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Xen\u00f3fanes<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/melisso-de-samos-o-ser-e-infinito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Melisso de Samos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escola Pluralista<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/empedocles-e-a-teoria-dos-quatro-elementos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Emp\u00e9docles<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/leucipo-e-democrito-o-surgimento-do-atomismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Leucipo e Dem\u00f3crito<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2020\/anaxagoras-a-teoria-das-infinitas-sementes-originarias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Anax\u00e1goras<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Autor<\/strong>:&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/quem-sou\/\" target=\"_blank\">Alfredo Carneiro<\/a>&nbsp;\u2013 Graduado em Filosofia e p\u00f3s-graduado em Filosofia e Exist\u00eancia pela Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>DUMONT, J. P.&nbsp;<strong>Elementos de hist\u00f3ria da filosofia antiga<\/strong>. Bras\u00edlia: EdUnB, 2005.<\/li>\n\n\n\n<li>HADOT, P.&nbsp;<strong>O que \u00e9 a Filosofia antiga?<\/strong>&nbsp;S\u00e3o Paulo: Lisboa, 1999.<\/li>\n\n\n\n<li>SCHOFIELD, M.&nbsp;<strong>Os Fil\u00f3sofos pr\u00e9-socr\u00e1ticos<\/strong>. Lisboa: Calouste, 1994<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Emp\u00e9docles de Agrigento (421 -481 a.C.) foi um fil\u00f3sofo pr\u00e9-socr\u00e1tico que tentou conciliar a filosofia de Parm\u00eanides com as doutrinas cosmol\u00f3gicas que explicam a multiplicidade da natureza. Fazia parte dos fil\u00f3sofos pluralistas,&nbsp;chamados assim porque buscaram na pluralidade de princ\u00edpios a solu\u00e7\u00e3o para as quest\u00f5es da Escola Ele\u00e1tica.&nbsp;Emp\u00e9docles \u00e9 o criador da teoria dos quatro elementos \u2014&nbsp;fogo, \u00e1gua, terra e ar.&nbsp;Esses elementos se manteriam unidos ou separados gra\u00e7as a duas for\u00e7as denominadas pelo fil\u00f3sofo de &#8220;amor&#8221; e &#8220;\u00f3dio&#8221;. A vida de Emp\u00e9docles, assim como a de Pit\u00e1goras, navega entre o lend\u00e1rio e o mitol\u00f3gico. Seus contempor\u00e2neos acreditavam que era dotado de poderes sobrenaturais. Foi m\u00e9dico, fil\u00f3sofo e pol\u00edtico.&nbsp; Escreveu duas obras, Sobre a Natureza e Purifica\u00e7\u00f5es, das quais restaram v\u00e1rios fragmentos. Na primeira elaborou concep\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas e cosmol\u00f3gicas; na segunda desenvolveu sua doutrina antropol\u00f3gica e escatol\u00f3gica. O pensamento de Emp\u00e9docles representou uma converg\u00eancia das grandes escolas e tend\u00eancias filos\u00f3ficas da tradi\u00e7\u00e3o grega de sua \u00e9poca. 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