{"id":4610,"date":"2020-08-01T12:27:11","date_gmt":"2020-08-01T12:27:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?p=4610"},"modified":"2026-01-04T19:06:04","modified_gmt":"2026-01-04T19:06:04","slug":"friedrich-nietzsche-deus-esta-morto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/friedrich-nietzsche-deus-esta-morto\/","title":{"rendered":"Friedrich Nietzsche: &#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>A frase <em>&#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221;<\/em>, do fil\u00f3sofo alem\u00e3o Friedrich Nietzsche (1844 &#8211; 1900), \u00e9 muitas vezes entendida como mera provoca\u00e7\u00e3o ao cristianismo. <\/strong>Contudo, essa \u00e9 uma interpreta\u00e7\u00e3o reducionista. A frase representa uma cr\u00edtica ampla baseada na investiga\u00e7\u00e3o da cultura ocidental desde a Gr\u00e9cia Antiga at\u00e9 a Era Moderna. <strong>Resume a decad\u00eancia filos\u00f3fica, cultural e religiosa da modernidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ou\u00e7a esse&nbsp;<em>post<\/em>:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Deus-esta-Morto-Nietzsche-netmundi-org.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/4su8U46dyJf6nP5V6gA5dC?si=Nm9L_Tq6SMGDY0ug7FFrHw\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ouvir no\u00a0<em>Spotify<\/em><\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/youtu.be\/H4T6IZp0qnU?si=8qXItTBFdiLPl3i1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ouvir no\u00a0<em>Youtube<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A &#8220;morte de Deus&#8221; surge pela primeira vez na obra <em>A Gaia Ci\u00eancia<\/em> (1882), e afirma: fomos n\u00f3s mesmos que matamos Deus. Conseguimos o feito imposs\u00edvel <em>&#8220;de esvaziar o mar e apagar o horizonte&#8221;<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>O homem louco se lan\u00e7ou no meio deles e trespassou-os com seu olhar. &#8220;Para onde foi Deus?&#8221;, exclamou, &#8220;&#8230;vou lhes dizer! N\u00f3s o matamos \u2013 voc\u00eas e eu. Somos todos seus assassinos! Mas como fizemos isso? Como conseguimos esvaziar o mar? Quem nos deu a esponja para apagar o horizonte?<\/em>&#8220;<\/p>\n<cite><em>\u2014 Nietzsche, Gaia Ci\u00eancia<\/em><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como an\u00e1lise hist\u00f3rica, a morte de Deus n\u00e3o \u00e9 apenas cr\u00edtica \u00e0s religi\u00f5es, pois esse &#8220;assassinato&#8221;, segundo Nietzsche, ocorreu antes do surgimento do cristianismo, que j\u00e1 teria nascido como adora\u00e7\u00e3o a um Deus morto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O cristianismo seria apenas reflexo da dessacraliza\u00e7\u00e3o do mundo que teve in\u00edcio principalmente com Plat\u00e3o<\/strong>. Assim, <em>&#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221;<\/em> \u00e9 muito mais um ataque \u00e0 filosofia de Plat\u00e3o e \u00e0 forma como ela se refletiu na Era Moderna.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9, como muitos interpretam, apenas abandono das explica\u00e7\u00f5es religiosas em prol das explica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas ou racionais. <strong>\u00c9 algo mais amplo e diz respeito \u00e0 perda de sentido da vida e da realidade do homem moderno<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em><em>\u201cO homem moderno \u00e9 tudo aquilo que n\u00e3o sabe para o que se voltar. A modernidade o tornou doente.&nbsp;O progresso \u00e9 uma ideia moderna, ou seja, uma ideia falsa. N\u00e3o representa uma evolu\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o ao melhor, ao mais forte, ao mais elevado.<\/em><\/em><\/p>\n<cite><em>\u2014<\/em> Nietzsche, O Anticristo<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mas, afinal, como se deu esse &#8220;assassinato do sagrado?&#8221;. Nietzsche recorre aos gregos antigos: <strong>suas rela\u00e7\u00f5es com os deuses (com o sagrado) traziam sentido ao mundo, desenvolvendo no homem o desejo pela vida, pela for\u00e7a e pela realiza\u00e7\u00e3o<\/strong>. Essa rela\u00e7\u00e3o divina era caracter\u00edstica de todas as sociedades antigas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Depois de Plat\u00e3o, a realidade torna-se sombra imperfeita de um mundo espiritual e eterno (conforme surge no <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2013\/o-alerta-de-platao\/\" target=\"_blank\">Mito da Caverna<\/a>)<\/strong>. Essa ideia prosseguiu na filosofia medieval com Agostinho, que declarou: o <em>Sumo Bem<\/em> de Plat\u00e3o era uma vis\u00e3o do Deus crist\u00e3o, e o <em>Logos<\/em> (raz\u00e3o universal) dos fil\u00f3sofos gregos havia encarnado em Cristo. <\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, a filosofia de Plat\u00e3o foi cristianizada, estabelecendo as bases filos\u00f3ficas que ajudaram a consolidar o cristianismo e levou \u00e0 derrocada as antigas rela\u00e7\u00f5es divinas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;A religiosidade dos gregos antigos correspondia \u00e0 gratid\u00e3o de homens nobres diante na natureza e da vida. Mais tarde, quando o populacho preponderou na Gr\u00e9cia, surgiu o medo da religi\u00e3o. Preparava-se o cristianismo.&#8221; <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u2014 Nietzsche, Al\u00e9m do Bem e do Mal<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Assim, os homens voltaram o olhar para esse &#8220;outro mundo&#8221; na esperan\u00e7a da vida eterna, passando a desprezar este &#8220;mundo de sombras&#8221; (em Plat\u00e3o) ou este &#8220;vale de l\u00e1grimas&#8221; (no cristianismo)<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Nietzsche, essa falsa no\u00e7\u00e3o de realidade, simbolizada por imagens que desvalorizam o mundo,  impregnou a cultura ocidental como uma doen\u00e7a, tornando os homens fracos, incapazes e invejosos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O resultado foi o esvaziamento de sentido da vida<\/strong>. Os homens n\u00e3o apenas assumiram religi\u00f5es que se voltam para um mundo imagin\u00e1rio (passando a desprezar a realidade) como depositaram na ci\u00eancia a esperan\u00e7a de verdade racional e objetiva (desconsiderando que conquistas cient\u00edficas muitas vezes t\u00eam origem na inspira\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica). <strong>Na modernidade, h\u00e1 sempre algo incompleto: os religiosos desprezam o mundo e os cientistas desprezam o sagrado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Nietzsche, o homem possui duas dimens\u00f5es complementares: a racional (que produz a ordem) e a irracional (a imagina\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica e misteriosa). <strong>Chamou essas dimens\u00f5es de <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2017\/os-conceitos-de-apolineo-e-dionisiaco-de-nietzsche\/\" target=\"_blank\">apol\u00ednea e dionis\u00edaca<\/a><\/strong>. <strong>Em todas as culturas antigas essas for\u00e7as atuavam de forma integrada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, essa perspectiva de Nietzsche inspirou <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/2019\/sigmund-freud-29-livros-para-baixar\/\" target=\"_blank\">Sigmund Freud<\/a> na cria\u00e7\u00e3o da <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Inconsciente\" target=\"_blank\">Teoria do Inconsciente<\/a> e na terapia atrav\u00e9s da fala. Freud tamb\u00e9m percebeu no simbolismo dos mitos uma forma de entender a natureza humana, que \u00e9 mist\u00e9rio at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>No passado, as imagens ca\u00f3ticas (representadas pelos mitos e seres sobrenaturais) inspiravam a dimens\u00e3o racional do homem na cria\u00e7\u00e3o da literatura, da arte, da t\u00e9cnica e at\u00e9 mesmo da filosofia. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por exemplo: Tales de Mileto, o primeiro dos fil\u00f3sofos, declarou que<em>&#8220;Tudo est\u00e1 cheio de deuses!&#8221;<\/em> e, para estranhamento da mentalidade moderna, tamb\u00e9m realizou as primeiras reflex\u00f5es filos\u00f3ficas na hist\u00f3ria da humanidade<\/strong> <strong>em bases puramente racionais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O f\u00edsico alem\u00e3o Albert Einstein \u00e9 outro exemplo: disse que a imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 mais importante que a intelig\u00eancia e que a Teoria da Relatividade nasceu quando ele se imaginou viajando num raio de luz. <strong>Sobre essas imagens arquet\u00edpicas, Nietzsche fala em Assim Falava Zaratustra<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Meus irm\u00e3os, prestai aten\u00e7\u00e3o a qualquer um dos momentos em que vosso esp\u00edrito quer falar em imagens. Ali est\u00e1 a fonte de vossa virtude. \u00c9 ent\u00e3o que vosso corpo se eleva e ressuscita. Com sua alegria arrebata o esp\u00edrito para que se torne aquele que cria, que avalia, que ama e benfeitor de todas as coisas.<\/em><\/p>\n<cite>\u2014 Nietzsche, Assim Falava Zaratustra<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>A morte de Deus, que se delineou ap\u00f3s Plat\u00e3o, representa a perda desse equil\u00edbrio<\/strong>. At\u00e9 mesmo a forma como a ci\u00eancia \u00e9 entendida atualmente \u00e9 reflexo da perda de confian\u00e7a na dimens\u00e3o ca\u00f3tica e irracional do homem, que antes era vista como sagrada e inspiradora.<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221;<\/em>, em Nietzsche, representa tamb\u00e9m a ascens\u00e3o dos fracos: indiv\u00edduo moralista, fiscalizador e med\u00edocre (n\u00e3o necessariamente religioso) que, por puro ressentimento, busca regular os fortes  (os inspirados) com uma lista de regras mortas: pecados, revela\u00e7\u00f5es divinas ou mesmo verdades cient\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os fortes, por sua vez, s\u00e3o os poucos que ainda possuem rela\u00e7\u00e3o com o sagrado e com o mist\u00e9rio (com a dimens\u00e3o ca\u00f3tica). S\u00e3o os \u00fanicos capazes de dar sentido \u00e0 vida e realizar grandes obras. <\/strong>Est\u00e3o inteiramente envolvidos com sua produ\u00e7\u00e3o criativa e afirma\u00e7\u00e3o da vida. Por isso n\u00e3o conseguem compreender o que os fracos dizem e se afastam das cren\u00e7as de massa (o que, para Nietzsche, inclui n\u00e3o apenas religi\u00e3o, mas tamb\u00e9m pol\u00edtica).<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;E o que faz o santo na floresta?&#8221; &#8211; perguntou Zaratustra. O santo respondeu: &#8220;Componho can\u00e7\u00f5es e passo a cant\u00e1-las. Enquanto fa\u00e7o can\u00e7\u00f5es, rio, choro e murmuro. Essa \u00e9 minha maneira de louvar a Deus. Mas como presente, o que me trazes?&#8221;. Ao ouvir essas palavras, Zaratustra cumprimentou o santo e disse: &#8220;Deixa-me partir depressa, por receio de n\u00e3o lhe tirar coisa alguma!&#8221; E assim se separaram, o velho e o homem feito, rindo como riem dois garotos. Mas, quando Zaratustra ficou s\u00f3, falou assim ao seu cora\u00e7\u00e3o: &#8220;Ser\u00e1 poss\u00edvel! Este santo anci\u00e3o, em sua floresta, ainda n\u00e3o ouviu dizer que Deus est\u00e1 morto?&#8221;<\/em><\/p>\n<cite>\u2014 Nietzsche, Assim Falava Zaratustra<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Tudo o que surgiu com o homem \u00e9 fic\u00e7\u00e3o. Arte, cultura, religi\u00e3o, Deus e ci\u00eancia s\u00e3o inven\u00e7\u00f5es nascidas da sua imensa criatividade<\/strong> \u2014 hoje subestimada pelos incapazes de criar, os fracos, sem imagina\u00e7\u00e3o ou inspira\u00e7\u00e3o, que atribuem exclusivamente a Deus toda grande cria\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo Nietzsche,<\/strong> <strong>a pr\u00f3pria raz\u00e3o humana n\u00e3o pode dar conta do mundo sem recri\u00e1-lo incessantemente atrav\u00e9s da integra\u00e7\u00e3o entre caos e ordem, raz\u00e3o e desraz\u00e3o<\/strong>. O homem \u00e9 o grande criador do mundo, o maior de todos os artistas. No momento em que deixa de ser criador, morre tudo o que \u00e9 sublime; morre o fluxo criativo que nos levaria a destinos cada vez mais elevados. <\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, &#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221; \u00e9 a cr\u00edtica fundamental de Nietzsche \u00e0 modernidade, pois entronou incapazes e adoeceu os homens; sacralizou regras morais e religi\u00f5es mortas. Passou a confiar em uma raz\u00e3o incompleta. Assassinou toda inspira\u00e7\u00e3o <em>&#8220;venerando cad\u00e1veres que esquecemos de enterrar&#8221;<\/em>, deixando de lado a pr\u00f3pria vida e seu eterno devir.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autor<\/strong>:&nbsp;<em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/quem-sou\/\" target=\"_blank\">Alfredo Carneiro<\/a>&nbsp;<\/em>\u2013 Graduado em Filosofia e p\u00f3s-graduado em Filosofia e Exist\u00eancia pela Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica<\/h4>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>NIETZSCHE, Friedrich. <strong>O Anticristo<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Escala, 2008<\/li>\n\n\n\n<li>NIETZSCHE, Friedrich. <strong>Gaia Ci\u00eancia<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Martin Claret, 2008<\/li>\n\n\n\n<li>NIETZSCHE, Friedrich. <strong>Al\u00e9m do Bem e do Mal.<\/strong>.S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2005<\/li>\n\n\n\n<li>NIETZSCHE, Friedrich. <strong>Assim Falava Zaratustra<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Escala, 2003.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Navegue pelo netmundi.org<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina Principal<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-antiga-2\/\">Filosofia Antiga<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-medieval-2\/\">Filosofia Medieval<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-moderna-2\/\">Filosofia Moderna<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/category\/filosofia-contemporanea\/\">Filosofia Contempor\u00e2nea<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/livros-para-baixar\/\">Livros \u2013 PDF<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/musicas\/\">M\u00fasicas cl\u00e1ssicas para ouvir e baixar<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/arte\/\">Galeria<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/textos-motivacionais\/\">Textos motivacionais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/falacias\/\">Fal\u00e1cias<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/cibercultura\/\">Cibercultura<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/videos-comentados\/\">V\u00eddeos comentados<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/canal-youtube\/\">V\u00eddeos Canal Youtube<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/home\/category\/blog-do-editor\/\">Blog do Editor<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/pensamentos\/\">Frases &amp; Imagens de grandes fil\u00f3sofos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A frase &#8220;Deus est\u00e1 morto&#8221;, do fil\u00f3sofo alem\u00e3o Friedrich Nietzsche (1844 &#8211; 1900), \u00e9 muitas vezes entendida como mera provoca\u00e7\u00e3o ao cristianismo. Contudo, essa \u00e9 uma interpreta\u00e7\u00e3o reducionista. A frase representa uma cr\u00edtica ampla baseada na investiga\u00e7\u00e3o da cultura ocidental desde a Gr\u00e9cia Antiga at\u00e9 a Era Moderna. Resume a decad\u00eancia filos\u00f3fica, cultural e religiosa da modernidade. Ou\u00e7a esse&nbsp;post: Ouvir no\u00a0Spotify Ouvir no\u00a0Youtube A &#8220;morte de Deus&#8221; surge pela primeira vez na obra A Gaia Ci\u00eancia (1882), e afirma: fomos n\u00f3s mesmos que matamos Deus. Conseguimos o feito imposs\u00edvel &#8220;de esvaziar o mar e apagar o horizonte&#8221;. O homem louco se lan\u00e7ou no meio deles e trespassou-os com seu olhar. &#8220;Para onde foi Deus?&#8221;, exclamou, &#8220;&#8230;vou lhes dizer! N\u00f3s o matamos \u2013 voc\u00eas e eu. Somos todos seus assassinos! Mas como fizemos isso? Como conseguimos esvaziar o mar? 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