{"id":277,"date":"2014-06-17T22:18:51","date_gmt":"2014-06-17T22:18:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?p=277"},"modified":"2020-07-29T12:31:33","modified_gmt":"2020-07-29T12:31:33","slug":"a-filosofia-selvagem-de-schopenhauer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/a-filosofia-selvagem-de-schopenhauer\/","title":{"rendered":"Schopenhauer e os anos selvagens da filosofia"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\">Os anos selvagens da filosofia<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Schopenhauer e os anos mais selvagens da filosofia&#8221; \u00e9 o t\u00edtulo do excelente livro do fil\u00f3sofo e escritor alem\u00e3o\u00a0R\u00fcdiger-Safranski. <strong>Mas, quais s\u00e3o os anos &#8220;mais selvagens&#8221; da filosofia? \u00a0Safranski considera que Immanuel Kant \u00e9 \u00a0o &#8220;parteiro&#8221; desses anos selvagens<\/strong>, que tiveram entre seus principais representantes Fichte, Marx, Hegel, Feuerbach\u00a0e Schelling. Todos &#8220;pesos pesados&#8221; da filosofia que fizeram \u00a0de Kant seu ponto de partida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Kant promoveu, em sua \u00e9poca, uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o ao afirmar que n\u00e3o conhecemos as coisas em si, mas apenas como elas surgem para n\u00f3s na forma de fen\u00f4menos processados por nosso aparelho cognitivo.<\/strong> O Eu surge como vasto campo de pesquisa e um futuro otimista brilhava no horizonte. Realizar\u00edamos as potencialidades da natureza humana. Um mundo novo surgia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os fil\u00f3sofos passaram n\u00e3o mais a observar as coisas, mas como conhecemos as coisas<\/strong>. A investiga\u00e7\u00e3o voltou-se para o Eu.\u00a0\u00a0O mundo \u00e9 nossa representa\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o far\u00edamos um mundo novo, onde ser\u00edamos criadores do nosso destino. Um vasto mundo inexplorado e selvagem se abria para os grandes pensadores. Esses s\u00e3o os anos mais selvagens da filosofia segundo Safranski. Era o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Schopenhauer e a ilus\u00e3o da raz\u00e3o e do &#8220;eu&#8221;<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/schopenhauer01.jpg\" rel=\"attachment wp-att-1002\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1002\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/schopenhauer01.jpg\" alt=\"Arthur Schopenhauer\" width=\"600\" height=\"346\" srcset=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/schopenhauer01.jpg 600w, https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/schopenhauer01-300x173.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Schopenhauer, mesmo sendo dessa \u00e9poca, observava\u00a0com pessimismo esse entusiasmo. Para ele u<strong>ma for\u00e7a irracional e poderosa dominava o Eu e o mundo<\/strong>. <strong>Essa for\u00e7a era a vontade, a vontade irracional de viver e persistir custe o que custar<\/strong>. O Eu e a raz\u00e3o s\u00e3o marionetes da vontade. O mundo n\u00e3o \u00e9 apenas representa\u00e7\u00e3o (os fen\u00f4menos), mas vontade e representa\u00e7\u00e3o. A rela\u00e7\u00e3o conflituosa de Schopenhauer com esses &#8220;anos selvagens&#8221; \u00e9 a linha mestra dessa obra de Safranski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nesses anos selvagens e ing\u00eanuos, somente Schopenhauer percebeu a verdadeira for\u00e7a que move do mundo<\/strong>. A raz\u00e3o, t\u00e3o venerada pelos fil\u00f3sofos desse per\u00edodo, <span style=\"color: #ff0000;\"><strong>para Schopenhauer n\u00e3o passava de um &#8220;livro caixa&#8221; que registra entradas e sa\u00eddas de dados<\/strong><\/span>. Ela tinha\u00a0utilidade, mas era superestimada, como \u00e9 at\u00e9 hoje apesar de Nietzsche e Freud. A raz\u00e3o funda a ci\u00eancia, cura as doen\u00e7as, constr\u00f3i cidades e m\u00e1quinas maravilhosas. <strong>Mas a vontade lan\u00e7a as bombas, declara as guerras, domina, \u00a0destr\u00f3i e mata. \u00c9 vontade de poder (e de viver) que disfar\u00e7a-se no discurso pol\u00edtico e religioso e\u00a0direciona a irracionalidade da raz\u00e3o<\/strong>. A vontade n\u00e3o \u00e9 apenas a energia que impulsiona o poder, o \u00f3dio e o ego\u00edsmo, mas tamb\u00e9m comanda os sublimes atos de amor e entrega.<strong> Em tudo a vontade \u00e9 for\u00e7a motriz<\/strong>.\u00a0Tomado de maravilhamento filos\u00f3fico, Schopenhauer afirmou a fragilidade da raz\u00e3o. <strong>Ela nunca esteve no controle<\/strong>. A raz\u00e3o \u00e9 venerada pelos que pouco amaram ou pouco odiaram, pelos que nunca desejaram ardentemente. A vontade irracional \u00e9 o que nos agarra \u00e0 vida.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A revela\u00e7\u00e3o do Arsenal de Toulon<\/h3>\n<p><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/vernet-pourt-de-toulon.jpg\" rel=\"attachment wp-att-1004\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1004\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/vernet-pourt-de-toulon.jpg\" alt=\"Arsenal de Toulon\" width=\"650\" height=\"278\" srcset=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/vernet-pourt-de-toulon.jpg 650w, https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/vernet-pourt-de-toulon-300x128.jpg 300w, https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/vernet-pourt-de-toulon-620x264.jpg 620w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O livro narra \u00a0a famosa visita do jovem Schopenhauer ao <strong>Arsenal de Toulon<\/strong>, na Fran\u00e7a,\u00a0<strong>onde milhares de escravos eram mantidos aprisionados por correntes<\/strong>. Alguns acorrentados uns aos outros em uma condi\u00e7\u00e3o deplor\u00e1vel. Muitos eram criminosos condenados a trabalhos for\u00e7ados que nunca sairiam dali. Os escravos eram mantidos nas gal\u00e9s de navios desativados. Essa vis\u00e3o de horror e sofrimento marcou a filosofia de Schopenhauer. <strong>Como algu\u00e9m pode se agarrar \u00e0 vida naquelas condi\u00e7\u00f5es? Toulon revelou a misteriosa for\u00e7a irracional que nos liga \u00e0 vida<\/strong>. Esses escravos n\u00e3o eram diferentes de n\u00f3s, que estamos acorrentados \u00e0 fr\u00e1gil condi\u00e7\u00e3o humana. Somos escravos das gal\u00e9s da vontade. Nossos discursos racionais apenas disfar\u00e7am nossa real condi\u00e7\u00e3o humana de escravid\u00e3o.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Austeridade\u00a0e isolamento<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Schopenhauer herdou do pai uma pequena fortuna que administrou com zelo e permitiu que ele vivesse uma vida austera (ainda que com alguns luxos) sem precisar envolver-se no jogo de vaidades da vida acad\u00eamica (apesar dele mesmo ser vaidoso). Condenava ferozmente os fil\u00f3sofos que buscavam poder e influ\u00eancia. Acusava Hegel de ser um impostor que deturpou a filosofia de Kant. Quem buscava prest\u00edgio atrav\u00e9s da filosofia n\u00e3o podia filosofar claramente. Mas Schopenhauer passou despercebido pelo fervilhante mundo filos\u00f3fico da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, esse isolamento permitiu que sua filosofia fosse rica em experi\u00eancias interiores. <strong>Schopenhauer foi um observador atento de seus pr\u00f3prios pensamentos<\/strong>. Sua obra \u00e9 um convite antip\u00e1tico e provocador \u00e0 introspec\u00e7\u00e3o e ao sil\u00eancio (odiava o barulho). Essa observa\u00e7\u00e3o das for\u00e7as interiores permitiu que sua reflex\u00e3o brilhasse para al\u00e9m do burburinho entusiasmado de seu tempo. <strong>Seu olhar contemplativo percebeu a poderosa energia da vontade oculta da natureza<\/strong>. Schopenhauer nos convida a observar o mundo e pensar por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">&#8220;H\u00e1 quase s\u00f3 idiotas no mundo&#8221;<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.5em;\">Seguia uma rotina disciplinada, era poliglota e lia as obras filos\u00f3ficas em sua l\u00edngua original. Era dono de um temperamento forte e tinha consci\u00eancia de sua genialidade. Constrangia senhoras e jovens que insistiam em conversar com ele no clube English\u00a0Holf, onde costumava almo\u00e7ar. Era o esteri\u00f3tipo do velho antip\u00e1tico.\u00a0Sua percep\u00e7\u00e3o de si mesmo confirmou-se quando finalmente, na velhice, sua obra foi descoberta pelo mundo filos\u00f3fico, tornando-o famoso em toda a Europa. Nietzsche retomou o conceito de vontade \u00a0de Schopenhauer e criou seu pr\u00f3prio conceito de vontade de pot\u00eancia. Ficou t\u00e3o impressionado que escreveu a obra &#8220;Schopenhauer como Educador&#8221;. \u00a0Tolst\u00f3i foi enf\u00e1tico ao falar de Schopenhauer: <\/span><em style=\"line-height: 1.5em;\">\u201cEstou convencido de que Schopenhauer \u00e9 o homem mais genial de todos. (\u2026) Ao l\u00ea-lo n\u00e3o posso compreender como o seu nome p\u00f4de permanecer desconhecido. A \u00fanica explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel \u00e9 a que ele mesmo repete tantas vezes, que h\u00e1 quase s\u00f3 idiotas no mundo.\u201d\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.5em;\">Safranski nos apresenta a vida do fil\u00f3sofo desde a inf\u00e2ncia. Sua conturbada rela\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e, a influ\u00eancia do pai, a marcante viagem em fam\u00edlia, o estilo de vida que lhe permitiu assistir o jogo de marionetes da vida. Retrata com riqueza de detalhes o momento hist\u00f3rico em que viveu Schopenhauer e as experi\u00eancias que delinearam seu pensamento.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4 align=\"justify\">Para ver ofertas de livros\u00a0de Schopenhauer, <a href=\"http:\/\/compare.buscape.com.br\/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=schopenhauer&amp;mdsrc=35441902\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">clique aqui!<\/a><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/quem-sou\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alfredo Carneiro<\/a><br \/>\nEditor do <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">netmundi.org<\/a><br \/>\ntwitter:<strong>@alfredo_mrc<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os anos selvagens da filosofia &#8220;Schopenhauer e os anos mais selvagens da filosofia&#8221; \u00e9 o t\u00edtulo do excelente livro do fil\u00f3sofo e escritor alem\u00e3o\u00a0R\u00fcdiger-Safranski. 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