{"id":2326,"date":"2018-01-21T02:10:26","date_gmt":"2018-01-21T02:10:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?p=2326"},"modified":"2023-04-12T23:27:36","modified_gmt":"2023-04-12T23:27:36","slug":"baruch-espinosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/","title":{"rendered":"Baruch Espinosa: principais ideias"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Baruch Espinosa (ou Bento de Espinosa) nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam&nbsp;ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<\/strong>. Preparou-se para ser rabino, por\u00e9m, suas ideias o levaram \u00e0 excomunh\u00e3o em 1656. Expulso da comunidade judaica, leva uma vida independente, aprofundando seus estudos em filosofia \u2013 em especial do racionalismo de Descartes \u2013 e humanismo cl\u00e1ssico.<\/p>\n\n\n\n<p>Publica em vida apenas duas obras, os <em>Princ\u00edpios da Filosofia Cartesiana<\/em>, em 1660, que \u00e9 uma exposi\u00e7\u00e3o das ideias de Descartes e, anonimamente, o <em>Tratado Teol\u00f3gico-Pol\u00edtico<\/em>, em 1665 \u2013 obra audaciosa, que provocou tamanha pol\u00eamica, que levou Espinosa a desistir de publicar sua obra m\u00e1xima, a <em>\u00c9tica,<\/em>&nbsp;que s\u00f3 veio a ser publicada em 1677, depois de sua morte.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00e3o entre filosofia e matem\u00e1tica<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"187\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa3.png\" alt=\"Matem\u00e1tica\" class=\"wp-image-2347\" srcset=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa3.png 600w, https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa3-300x94.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Tal como Descartes, Espinosa acreditava que um dos impulsos por tr\u00e1s do esfor\u00e7o filos\u00f3fico \u00e9 o desejo de alcan\u00e7ar a certeza<\/strong>. S\u00f3 podemos alegar possuir conhecimento na medida em que alcan\u00e7amos a certeza absoluta. E o paradigma da certeza absoluta \u00e9 a necessidade l\u00f3gica: <strong>s\u00f3 proposi\u00e7\u00f5es logicamente necess\u00e1rias s\u00e3o absolutamente certas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, tamb\u00e9m para Espinosa, como para Descartes, <strong>o modelo matem\u00e1tico, com sua clareza e precis\u00e3o, \u00e9 a base para a condu\u00e7\u00e3o do pensamento filos\u00f3fico<\/strong>. N\u00e3o por acaso, sua <em>\u00c9tica<\/em> \u00e9 toda ela organizada sob a forma de demonstra\u00e7\u00f5es, tal como ocorre na matem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Espinosa estava convencido de que a certeza, ou seja, o verdadeiro conhecimento, s\u00f3 pode ser assegurado se assentarmos a ci\u00eancia sobre bases metaf\u00edsicas s\u00f3lidas. <strong>Todo o nosso conhecimento deve estar interligado de modo que possamos demonstr\u00e1-lo com seguran\u00e7a partindo de premissas seguras e aplicando corretamente as regras da demonstra\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Baruch Espinosa <em>e&nbsp;<\/em>Descartes: do dualismo ao monismo<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Descartes_espinosa.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"248\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Descartes_espinosa.png\" alt=\"Descartes e Esponosa\" class=\"wp-image-2349\" srcset=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Descartes_espinosa.png 600w, https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Descartes_espinosa-300x124.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Uma das dificuldades da filosofia cartesiana, o <strong>dualismo mente-corpo<\/strong>, est\u00e1 associado ao procedimento da <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2012\/o-metodo-de-descartes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">d\u00favida met\u00f3dica<\/a>. Pela pr\u00f3pria forma como a d\u00favida procede (o &#8220;eu&#8221; coloca em d\u00favida todas as coisas) e pela conclus\u00e3o a que ela chega (<em>&#8220;Penso, logo existo<\/em>&#8221; como express\u00e3o da primeira certeza), <strong>a separa\u00e7\u00e3o entre mente e corpo \u00e9 uma consequ\u00eancia<\/strong>. Descartes conclui que existem duas subst\u00e2ncias, sendo o &#8220;eu&#8221; subst\u00e2ncia finita e Deus subst\u00e2ncia infinita, e tudo o que existe, grosso modo, s\u00e3o varia\u00e7\u00f5es dessas subst\u00e2ncias.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o levantada por Espinosa gira em torno da no\u00e7\u00e3o fundamental de subst\u00e2ncia. <strong>Tradicionalmente, subst\u00e2ncia \u00e9 aquilo que subsiste por si mesmo; aquilo que n\u00e3o tem necessidade de outra coisa para existir<\/strong>. Essa no\u00e7\u00e3o entrou para a metaf\u00edsica, como no\u00e7\u00e3o central, com Arist\u00f3teles (uma das defini\u00e7\u00f5es que Arist\u00f3teles dava \u00e0&nbsp;metaf\u00edsica era a de &#8220;ci\u00eancia que se ocupava da subst\u00e2ncia&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p>Dizer que algo depende apenas de si mesmo para existir significa dizer que <strong>\u00e9 causa de si mesmo<\/strong>. Ora, a rela\u00e7\u00e3o entre a causa e seu efeito \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia: o efeito depende da causa para existir. <strong>Logo, se uma subst\u00e2ncia depende apenas de si mesma para existir, deve ser causa de si mesma<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, na tradi\u00e7\u00e3o judaico-crist\u00e3, apenas um ente pode ser pensado como causa de si mesmo: Deus. Isso leva Espinosa a identificar a no\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncia com a no\u00e7\u00e3o de Deus e afirmar, enfim, que h\u00e1 apenas uma subst\u00e2ncia, e n\u00e3o duas, como queria Descartes. <strong>Ou seja, o pr\u00f3prio conceito de subst\u00e2ncia implica o monismo, n\u00e3o o dualismo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para Descartes, tudo o que existe s\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es de uma das duas subst\u00e2ncias,<\/strong> mente ou esp\u00edrito e corpo ou mat\u00e9ria. No dom\u00ednio do esp\u00edrito, temos modifica\u00e7\u00f5es do atributo essencial da mente, que \u00e9 o pensamento. Temos, assim, in\u00fameras formas de pensamento, todas elas modifica\u00e7\u00f5es desse atributo. Da mesma forma, no dom\u00ednio da mat\u00e9ria, temos modifica\u00e7\u00f5es do atributo essencial da mat\u00e9ria, que \u00e9 a extens\u00e3o. Temos, assim, in\u00fameros corpos, cada um deles modifica\u00e7\u00f5es do atributo \u201cextens\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Para Baruch Espinosa, essa maneira de pensar \u00e9 equivocada, dada a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncia<\/strong>. <strong>Como s\u00f3 pode haver uma subst\u00e2ncia, tudo deve ser considerado como modifica\u00e7\u00e3o dessa subst\u00e2ncia \u00fanica \u2013 ou seja, de Deus<\/strong>. Deus e o mundo (ou a natureza) acabam se confundindo: tudo \u00e9 modifica\u00e7\u00e3o de Deus (ou da subst\u00e2ncia).<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>\u201cTudo o que existe, existe em Deus, e sem Deus nada pode existir nem ser concebido\u201d<\/strong><\/em>, afirmou o fil\u00f3sofo. Com isso, a quest\u00e3o da <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Iman%C3%AAncia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">iman\u00eancia <\/a>de Deus volta ao debate na Filosofia Moderna, contrapondo a quest\u00e3o da transcend\u00eancia (aceita no cristianismo) que atribui a Deus uma exist\u00eancia separada do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Espinosa, h\u00e1 apenas uma subst\u00e2ncia, com infinitos atributos.&nbsp;<strong>Mas, para a mente humana finita, apenas dois deles se manifestam: pensamento e natureza<\/strong>. Ent\u00e3o, apesar de percebermos essas coisas de forma diferente, estamos vendo a mesma coisa em suas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, este \u201cDeus\u201d de que fala Espinosa \u00e9 muito diferente do Deus pessoal das religi\u00f5es monote\u00edstas e at\u00e9 mesmo do Deus dos fil\u00f3sofos (Arist\u00f3teles e sua <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2012\/aristoteles-e-o-motor-imovel-tudo-que-se-move-e-movido-por-algo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">causa primeira<\/a> ou Descartes com a subst\u00e2ncia infinita). Esse Deus se confunde com a natureza: algumas vezes Espinosa usa a express\u00e3o <em>Deus sive Natura<\/em> (\u201cDeus, ou seja, a Natureza\u201d).<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, Deus n\u00e3o poderia mais ser compreendido nos termos tradicionais conforme surge nas escrituras religiosas. <strong>A natureza n\u00e3o \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o de Deus: \u00e9 o pr\u00f3prio Deus<\/strong>. Essa perspectiva supera o problema posto pelo dualismo cartesiano (o problema de explicar como corpo e mente ou esp\u00edrito interagem). <strong>Da mesma forma como Deus ou natureza s\u00e3o id\u00eanticos, corpo e alma tamb\u00e9m s\u00e3o as mesmas coisas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O Legado de Baruch Espinosa<\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"601\" height=\"264\" src=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa-1-601x264.png\" alt=\"Baruch Espinosa\" class=\"wp-image-2335\"\/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Baruch Espinosa levou o racionalismo de Descartes at\u00e9 suas \u00faltimas consequ\u00eancias. Suas ideias e argumentos, nem sempre de f\u00e1cil compreens\u00e3o, provocaram tal esc\u00e2ndalo que Espinosa tornou-se uma esp\u00e9cie de fil\u00f3sofo maldito<\/strong>. Sua concep\u00e7\u00e3o da identidade entre Deus e natureza (o que \u00e0s vezes \u00e9 caracterizado como <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pante%C3%ADsmo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pante\u00edsmo<\/a>) foi denunciada como ate\u00edsmo e materialismo \u2013 e, de fato, in\u00fameras interpreta\u00e7\u00f5es da filosofia de Espinosa, sobretudo no s\u00e9culo XVIII, tentavam justamente tirar conclus\u00f5es ate\u00edstas e materialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Identificar Deus com a natureza, e n\u00e3o como criador dela, era considerado heresia. <a href=\"http:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2012\/giordano-bruno-o-martir-da-ciencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Giordano Bruno,<\/a>&nbsp;duas d\u00e9cadas antes do nascimento de Espinosa, foi condenado e queimado pela inquisi\u00e7\u00e3o por afirmar que o universo era infinito. Para a Igreja apenas Deus poderia ser infinito, portanto, era tamb\u00e9m uma perspectiva pante\u00edsta. <strong>A vis\u00e3o pante\u00edsta, contrariando as cren\u00e7as religiosas monote\u00edstas, n\u00e3o acredita em um Deus pessoal e antropom\u00f3rfico que se importa com a humanidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta perspectiva pante\u00edsta tornou o acesso \u00e0s obras de Espinosa muito dif\u00edcil, e muitas vezes clandestino; as pr\u00f3prias edi\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram confi\u00e1veis; s\u00f3 no final do s\u00e9culo XVIII, no per\u00edodo do chamado idealismo alem\u00e3o, sua filosofia seria melhor compreendida e avaliada, tornando-se uma influ\u00eancia fecunda para alguns dos principais fil\u00f3sofos da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Leitura Sugerida\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/2021\/o-que-e-panteismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 Pante\u00edsmo?<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>BURTT, Edwin A. As bases metaf\u00edsicas da ci\u00eancia moderna. Bras\u00edlia: UnB, 1983.<\/li>\n\n\n\n<li>ESPINOSA, Baruch. Pensamentos metaf\u00edsicos e outros textos. S\u00e3o Paulo: Abril Cultural,1983.<\/li>\n\n\n\n<li>ESPINOSA, B. Tratado teol\u00f3gico pol\u00edtico. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2003<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Baruch Espinosa (ou Bento de Espinosa) nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam&nbsp;ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. Preparou-se para ser rabino, por\u00e9m, suas ideias o levaram \u00e0 excomunh\u00e3o em 1656. Expulso da comunidade judaica, leva uma vida independente, aprofundando seus estudos em filosofia \u2013 em especial do racionalismo de Descartes \u2013 e humanismo cl\u00e1ssico. Publica em vida apenas duas obras, os Princ\u00edpios da Filosofia Cartesiana, em 1660, que \u00e9 uma exposi\u00e7\u00e3o das ideias de Descartes e, anonimamente, o Tratado Teol\u00f3gico-Pol\u00edtico, em 1665 \u2013 obra audaciosa, que provocou tamanha pol\u00eamica, que levou Espinosa a desistir de publicar sua obra m\u00e1xima, a \u00c9tica,&nbsp;que s\u00f3 veio a ser publicada em 1677, depois de sua morte. Rela\u00e7\u00e3o entre filosofia e matem\u00e1tica Tal como Descartes, Espinosa acreditava que um dos impulsos por tr\u00e1s do esfor\u00e7o filos\u00f3fico \u00e9 o desejo de alcan\u00e7ar a certeza. S\u00f3 podemos alegar possuir conhecimento na medida em que alcan\u00e7amos a certeza absoluta. E o paradigma da certeza absoluta \u00e9 a necessidade l\u00f3gica: s\u00f3 proposi\u00e7\u00f5es logicamente necess\u00e1rias s\u00e3o absolutamente certas. Assim, tamb\u00e9m para Espinosa, como para Descartes, o modelo matem\u00e1tico, com sua clareza e precis\u00e3o, \u00e9 a base para a condu\u00e7\u00e3o do [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2328,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[191,349],"tags":[277,346,276,106],"class_list":["post-2326","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-filosofia-moderna-2","category-textos-introdutorios","tag-albert-einstein","tag-baruch-espinoza","tag-baruch-spinoza","tag-descartes-2"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"netmundi.org\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-01-21T02:10:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2023-04-12T23:27:36+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"270\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Netmundi.org - Filosofia na Rede\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Netmundi.org - Filosofia na Rede\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\"},\"author\":{\"name\":\"Netmundi.org - Filosofia na Rede\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056\"},\"headline\":\"Baruch Espinosa: principais ideias\",\"datePublished\":\"2018-01-21T02:10:26+00:00\",\"dateModified\":\"2023-04-12T23:27:36+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\"},\"wordCount\":1272,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png\",\"keywords\":[\"Albert Einstein\",\"Baruch Espinoza\",\"Baruch Spinoza\",\"descartes\"],\"articleSection\":[\"Filosofia Moderna\",\"Textos Introdut\u00f3rios\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\",\"url\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\",\"name\":\"Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png\",\"datePublished\":\"2018-01-21T02:10:26+00:00\",\"dateModified\":\"2023-04-12T23:27:36+00:00\",\"description\":\"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png\",\"width\":600,\"height\":270,\"caption\":\"Baruch Espinosa\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Baruch Espinosa: principais ideias\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/\",\"name\":\"netmundi.org\",\"description\":\"PORTAL DE FILOSOFIA\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":[\"Person\",\"Organization\"],\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056\",\"name\":\"Netmundi.org - Filosofia na Rede\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b425da16797e1bacc1ee50a40075366497cc3dd3e5c4319ef30ca6895d04061?s=96&d=blank&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b425da16797e1bacc1ee50a40075366497cc3dd3e5c4319ef30ca6895d04061?s=96&d=blank&r=g\",\"caption\":\"Netmundi.org - Filosofia na Rede\"},\"logo\":{\"@id\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/image\/\"},\"url\":\"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/author\/admin\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org","description":"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org","og_description":"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa","og_url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/","og_site_name":"netmundi.org","article_published_time":"2018-01-21T02:10:26+00:00","article_modified_time":"2023-04-12T23:27:36+00:00","og_image":[{"width":600,"height":270,"url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png","type":"image\/png"}],"author":"Netmundi.org - Filosofia na Rede","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Netmundi.org - Filosofia na Rede","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/"},"author":{"name":"Netmundi.org - Filosofia na Rede","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056"},"headline":"Baruch Espinosa: principais ideias","datePublished":"2018-01-21T02:10:26+00:00","dateModified":"2023-04-12T23:27:36+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/"},"wordCount":1272,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056"},"image":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png","keywords":["Albert Einstein","Baruch Espinoza","Baruch Spinoza","descartes"],"articleSection":["Filosofia Moderna","Textos Introdut\u00f3rios"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/","url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/","name":"Baruch Espinosa: principais ideias - netmundi.org","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png","datePublished":"2018-01-21T02:10:26+00:00","dateModified":"2023-04-12T23:27:36+00:00","description":"Baruch Espinosa nasceu em 1632 em Amsterd\u00e3, na Holanda, de uma fam\u00edlia de judeus portugueses que buscavam\u00a0ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o religiosa","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png","contentUrl":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/baruch-espinosa.png","width":600,"height":270,"caption":"Baruch Espinosa"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/baruch-espinosa\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Baruch Espinosa: principais ideias"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#website","url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/","name":"netmundi.org","description":"PORTAL DE FILOSOFIA","publisher":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":["Person","Organization"],"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/65e71bdee08ad5be5445fd4ae9a97056","name":"Netmundi.org - Filosofia na Rede","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b425da16797e1bacc1ee50a40075366497cc3dd3e5c4319ef30ca6895d04061?s=96&d=blank&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b425da16797e1bacc1ee50a40075366497cc3dd3e5c4319ef30ca6895d04061?s=96&d=blank&r=g","caption":"Netmundi.org - Filosofia na Rede"},"logo":{"@id":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/#\/schema\/person\/image\/"},"url":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/author\/admin\/"}]}},"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2326","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2326"}],"version-history":[{"count":34,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2326\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8504,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2326\/revisions\/8504"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2328"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.netmundi.org\/filosofia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}